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terça-feira, 17 de setembro de 2013

TEORIA DAS JANELAS PARTIDAS

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Há alguns anos, a Universidade de Stanford (EUA), realizou uma experiência de psicologia social. Deixou duas viaturas idênticas, da mesma marca, modelo e até cor, abandonadas na via pública. Uma no Bronx, zona pobre e conflituosa de Nova York e a outra em Palo Alto, uma zona rica e tranquila da Califórnia. Duas viaturas idênticas abandonadas, dois bairros com populações muito diferentes e uma equipe de especialistas em psicologia social estudando as condutas das pessoas em cada local.

Resultou que a viatura abandonada em Bronx começou a ser vandalizada em poucas horas. Perdeu as rodas, o motor, os espelhos, o rádio, etc. Levaram tudo o que fosse aproveitável e aquilo que não puderam levar, destruíram.Contrariamente, a viatura abandonada em Palo Alto manteve-se intacta.

Mas a experiência em questão não terminou aí. Quando a viatura abandonada em Bronx já estava desfeita e a de Palo Alto estava há uma semana impecável, os pesquisadores partiram um vidro do automóvel de Palo Alto. O resultado foi que se desencadeou o mesmo processo que o de Bronx, e o roubo, a violência e o vandalismo reduziram o veículo ao mesmo estado que o do bairro pobre. Por quê que o vidro partido na viatura abandonada num bairro supostamente seguro, é capaz de disparar todo um processo delituoso? Evidentemente, não é devido à pobreza, é algo que tem que ver com a psicologia humana e com as relações sociais.

Um vidro partido numa viatura abandonada transmite uma idéia de deterioração, de desinteresse, de despreocupação. Faz quebrar os códigos de convivência, como de ausência de lei, de normas, de regras. Induz ao “vale-tudo”. Cada novo ataque que a viatura so fre reafirma e multiplica essa idéia, até que a escalada de atos cada vez piores, se torna incontrolável, desembocando numa violência irracional.

Baseados nessa experiência, foi desenvolvida a ‘Teoria das Janelas Partidas’, que conclui que o delito é maior nas zonas onde o descuido, a sujeira, a desordem e o maltrato são maiores. Se se parte um vidro de uma janela de um edifício e ninguém o repara, muito rapidamente estarão partidos todos os demais. Se uma comunidade exibe sinais de deterioração e isto parece não importar a ninguém, então ali se gerará o delito.

Se se cometem ‘pequenas faltas’ (estacionar em lugar proibido, exceder o limite de velocidade ou passar com o sinal vermelho) e as mesmas não são sancionadas, então começam as faltas maiores e delitos cada vez mais graves.Se se permitem atitudes violentas como algo normal no desenvolvimento das crianças, o padrão de desenvolvimento será de maior violência quando estas pesso as forem adultas.

Se os parques e outros espaços públicos deteriorados são progressivamente abandonados pela maioria das pessoas, estes mesmos espaços são progressivamente ocupados pelos delinquentes.

A Teoria das Janelas Partidas foi aplicada pela primeira vez em meados da década de 80 no metrô de Nova York, o qual se havia convertido no ponto mais perigoso da cidade. Começou-se por combater as pequenas transgressões: lixo jogado no chão das estações, alcoolismo entre o público, evasões ao pagamento de passagem, pequenos roubos e desordens. Os resultados foram evidentes. Começando pelo pequeno conseguiu-se fazer do metrô um lugar seguro.

Posteriormente, em 1994, Rudolph Giuliani, prefeito de Nova York, baseado na Teoria das Janelas Partidas e na experiência do metrô, impulsionou uma política de ‘Tolerância Zero’. A estratégia consistia em criar comunidades limpas e ordenadas, não permitindo transgressões à Lei e às norm as de convivência urbana. O resultado prático foi uma enorme redução de todos os índices criminais da cidade de Nova York.

A expressão ‘Tolerância Zero’ soa a uma espécie de solução autoritária e repressiva, mas o seu conceito principal é muito mais a prevenção e promoção de condições sociais de segurança. Não se trata de linchar o delinqüente, pois aos dos abusos de autoridade da polícia deve-se também aplicar-se a tolerância zero.

Não é tolerância zero em relação à pessoa que comete o delito, mas tolerância zero em relação ao próprio delito.Trata-se de criar comunidades limpas, ordenadas, respeitosas da lei e dos códigos básicos da convivência social humana.

Essa é uma teoria interessante e pode ser comprovada em nossa vida diária, seja em nosso bairro, na rua onde vivemos.

A tolerância zero colocou Nova York na lista das cidades seguras.

Esta teoria pode também explicar o que acontece aqui no Brasil com corrupção, impunidade, amoralidade, criminalidade, vandalismo, etc.

Reflita sobre isso!

Fonte:http://clinicaalamedas.wordpress.com/2013/08/25/teoria-das-janelas-partidas/
Opinião do Blogger: "O Nosso país está exatamente sendo tratado como a viatura com o vidro partido, ou seja um total desleixo por parte do poder público e de seus funcionários para com as questões mais pertinentes da sociedade de bem"

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Conte Comigo!!! Stand By Me


Nobres deputados baianos que não Votaram Para Cassar o Ladrão

Aproveito para divulgar os nomes dos deputados baianos
 que se esconderam ontem, no plenário da Câmara Federal, para que o ladrão Natan Donadon preservasse o mandato parlamentar.

Esses Políticos são o lixo do parlamento. Lembre deles na próxima eleição. Quem protege bandido, bandido é!

Diga-me com quem andas, como votas, e eu te direi quem tu és.

Para consultar a relação Completa na fonte, clique aqui e vá ao Blog do Fernando Rodrigues

Aproveita e manda um e-mail agradecendo pelo  péssimo serviço a eles confiado e lembre-os que você não esquecerá dessa atitude na próxima eleição


Alice Portugal (PCdoB-BA) – (61) 3215-5420 – dep.aliceportugal@camara.leg.br
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Arthur Oliveira Maia (PMDB-BA) – (61) 3215-5537 – dep.arthuroliveiramaia@camara.leg.br
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Claudio Cajado (DEM-BA) – (61) 3215-5630 – dep.claudiocajado@camara.leg.br
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Edson Pimenta (PSD-BA) – (61) 3215-5403 – dep.edsonpimenta@camara.leg.br
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Fernando Torres (PSD-BA) – (61) 3215-5462 – dep.fernandotorres@camara.leg.br
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José Carlos Araújo (PSD-BA) – (61) 3215-5246 –dep.josecarlosaraujo@camara.leg.br
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Josias Gomes (PT-BA) – (61) 3215-5642 – dep.josiasgomes@camara.leg.br
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Luiz Alberto (PT-BA) – (61) 3215-5954 – dep.luizalberto@camara.leg.br
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Sérgio Brito (PSD-BA) – (61) 3215-5638 – dep.sergiobrito@camara.leg.br

Veja  a listagem completa aqui




quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Brazil - o país da sacanagem

Assista o vídeo e tire as suas conclusões, o Brazil é ou não um país onde a corrupção impera?


quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Curiosidades sobre telefones celulares


“A verdade em si não existe; a maioria a define”.

por Valentina Vaz
 Existe uma coisa que, se a gente não deixar ninguém rouba: o nosso pensamento.
VVEstava aqui pensando, em terra de “tudo se vende”, será que todo mundo consegue enxergar a sutil indústria da “cultura fabricada”? Antes de conclusões precipitadas, não se trata de uma crítica, mas primeiramente de uma reflexão. Sabe porque? “A verdade em si não existe; a maioria a define.” Não se engane não, tem gente por aí, feito mosquinha, acompanhando até os nossos pensamentos, pra saber quais as matérias-primas da cultura a ser manufaturada. Foi-se o tempo da cultura artesanal, que nascia de uma ideia debaixo do chuveiro que, antes de mais nada, não era pra ser vendida, era pra ser sentida, inconscientemente nascia pra traduzir uma geração, brotava das sensações mais íntimas do ser.
Hoje não, os livros, as músicas, as roupas, os costumes e todo o resto, são produzidos em série, em larga-escala e não importa se são musicas monossilábicas, se são roupas que chegam somente até o n° 38, se são livros superficialmente comerciais, se gostamos ou não, se acrescenta alguma coisa a alma humana ou não. A gente não usa, ouve e lê aquilo que realmente pensa que quer, mas aquilo que decidem ser o que queremos e precisamos. Então, cuidado. Não nos tornemos fregueses da superficialidade cultural, procure se perguntar por que é que você está indo àquela festa ou está usando essa roupa. Existe uma coisa que, se a gente não deixar ninguém rouba: o nosso pensamento. É dele que é preciso cuidar, não deixe que joguem sementes, plante você mesmo as ideias que quer cultivar.
Lembranças saudosas à cultura da autonomia da vontade e à geração coca-cola cantada por Renato Russo.
Copiado do Blog da resenha geral em 21/08/2013

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Capital do Sudoeste? Suiça Baiana? Que Isso!

O título " Capital do Sudoeste" é meramente uma falácia, pois esta cidade a qual eu estou radicado á 13 anos somente tem sido falada e divulgada como Capital ou como Suiça Baiana, pois  a cidade tem as mazelas de uma capital e tanto desencanta ao olhar mais apuradamente,cito problemas que com certeza seriam facilmente resolvidos e contornados se houvesse um verdadeiro carinho e amor por esta terra, seja ele por seus filhos, seja ele por suas autoridades.Eu prefiro me referir como Geladeira Baiana, visto pelo frio que faz, visto por aquilo que é esquecido tal qual aquele pedaço de bolo que a gente esquece no fundo da geladeira, que continua  bonito, mas com certeza já perdeu o sabor!Desculpe se ofendi alguém, mas é desta forma que eu enxergo a cidade, visto que o  frio  com certeza congelou a mente de alguns que não conseguem enxergar as coisas que aqui acontecem abaixo cito alguns exemplos gritantes:

Transito desordenado, inchado,mal gerido pela secretaria de mobilidade urbana, que de mobilidade não entende nada , pois seus agentes quando não estão reunidos  batendo um papinho, estão desaparecidos, pois os talonários de multas acabaram e  ninguém lembrou que deveria mandar a gráfica fazer mais talonários! e pasmem eles ainda querem a

Prefeito de Vitória da Conquista insiste na municipalização de trecho da Rio-Bahia

municipalização do trecho da Rio-Bahia que corta o município, talvez por ser um novo nicho de aplicação de multas!
Acidente-Pç-Gil-BB OK

3 Anos se passaram e a prometida Fiol não tem nem um só metro de trilhos colocados e seu curto trecho de dormentes é que o

CREA defende Conquista na inclusão da Ferrovia Oeste-Leste

 só agora acordaram para que a ferrovia  deveria ( no futuro mais que perfeito) passar pela geladeira Baiana



Mais de  3 anos se passaram e

Na Embasa, Bloco discute destino da água afluente do esgoto de Conquista, 

ou seja depois de todo esse tempo  a água de Reuso já é produzida e numa cidade seca como esta simplesmente estão descartando ela no rio arruda pois  ainda ninguém parou pra pensar pra que ela serve
claro que enquanto isso pelo simples fato de que o próprio morador dos bairros periféricos é quem deverá se propor(ou se opor) a fazer a sua própria ligação de esgoto pois o contrato que a embasa havia firmado com a empresa que implantou a canalização e que faria(pretérito Imperfeito) a ligação dos  domicilios á rede de esgoto foi pelo ralo.Aí eu te pergunto? Vc  iria fazer a sua ligação de esgoto, contratando um pedreiro meia boca pra onerar a sua conta de água em 70% em sã conciência?A Embasa acha que sim!
O que vemos e veremos(futuro mais que perfeito) é que daqui a 20 anos continuaremos a ver essas cenas abaixo!